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  <title>JornalismoPortoNet - Media</title>
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  <updated>2013-05-20T12:17:26Z</updated>
  <subtitle>JornalismoPortoNet (JPN) é o jornal digital da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da Universidade do Porto. JPN é um jornal multimédia de informação geral e actualização permanente, acompanhando a evolução das novas tecnologias de comunicação e pondo em prática as mais modernas técnicas de expressão jornalística na Internet.</subtitle>
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  <rights>Copyright (c) Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia da Universidade do Porto, 2004-2005</rights>

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    <title>Social Media Day 2013: Menos oradores, mais novidades</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/05/20/social_media_day_2013_menos_oradores_mais_novidades.html" />
    <published>2013-05-20T11:32:05Z</published>
    <updated>2013-05-20T15:35:59Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34326</id>
    <summary type="text">Social Media Day: &quot;todos os tweets e posts vão dar a Gaia&quot;

Social Media Day: Matosinhos recebe um &quot;festival de redes sociais&quot;</summary>
    <author>
      <name>Joana Roxo</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Pelo quarto ano consecutivo, o Dia Mundial das Redes Sociais é celebrado no Porto, a 30 de junho. A organização ainda está a resolver alguns problemas de logística, mas esperam-se algumas novidades.</p>]]>
        <![CDATA[<p>O Dia Mundial das Redes Sociais celebrou-se, pela primeira vez, a 10 de junho de 2010. Desde então, as comemorações sucedem-se em mais de 70 países. A organização do Social Media Day, no Porto, pretende assinalar a data novamente este ano. No entanto, o conceito do evento vai ser renovado.</p>

<p>Daniel Pereira, membro da organização, diz que, "este ano, o evento [ainda] está pendente, pois falta discutir algumas questões". Questões essas, essencialmente logísticas, que se prendem com o facto de o dia 30 de junho ser, em 2013, "um domingo".</p>

<p>Apesar das dúvidas ainda por esclarecer, alguns aspetos já estão assentes: o número de oradores - 40 no ano passado -, vai ser reduzido para "cerca de 16, divididos em quatro painéis de quatro oradores". </p>

<p>A cidade do Porto continua a ser o local privilegiado para as comemorações devido "há [já] grande concentração de eventos em Lisboa". "Começámos a comemorar a festa das redes sociais na zona do Porto e vamos continuar", garante Daniel.</p>

<p>O programa final ainda não está definido, mas aguardam-se oradores, num "ambiente informal". Também o preço dos bilhetes, cinco euros em 2012, vai sofrer alterações. "Oode aumentar, mas nada que ultrapasse os 10 euros, de modo a que o Social Media Day seja acessível" a todos. Vendidos online, "vão estar brevemente disponíveis". O feedback, espera-se "positivo".</p>]]>
    </content>
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    <title>Beat Girl: Filme de produtora portuguesa conta com estrelas internacionais</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/05/18/beat_girl_filme_de_produtora_portuguesa_conta_com_estrelas_internacionais.html" />
    <published>2013-05-18T13:35:03Z</published>
    <updated>2013-05-18T13:36:52Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34324</id>
    <summary type="text">Cinema: Português é júri em Cannes para filmes sobre homossexualidade
Cinema: Filme português em estreia mundial no Louvre
Cinema: Mais um prémio para &quot;Tabu&quot;</summary>
    <author>
      <name>Catarina Vilhena</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O filme Beat Girl, concebido pela produtora portuguesa beActive, conta com a participação de nomes internacionais. Esta é a primeira empresa nacional especializada na área de entretenimento. </p>]]>
        <![CDATA[<p><a href="http://www.imdb.com/name/nm0724701/">Miles Richardson</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0383553/">Michael Higgs</a> vão dar voz a personagens de Beat Girl, um filme produzido pela produtora portuguesa beActive. Os atores são britânicos e já fizeram parte de sucessos cinematográficos como Harry Potter e a Pedra Filosofal, e Notting Hill. </p>

<p>A realização tem a assinatura irlandesa de <a href="http://mdebarra.com">Mairtín de Barra</a>, mas o argumento pertence aos portugueses Nuno Bernardo e Susana Tavares, com a participação da cantora norte-americana Melanie Martinez. </p>

<p>O filme conta a história de uma jovem que sonha ser pianista clássica, como a mãe. Contudo, os seus planos alteram-se quando a mãe morre e a jovem tem de ir viver com o pai e o meio-irmão, onde conhece um novo género de música: a música eletrónica. </p>

<p>O trabalho que resulta desta parceria portuguesa - impulsionada pela <a href="http://www.beactivemedia.com/">beActive</a> - e irlandesa, já se encontra em exibição nas salas portuguesas e tornou-se um êxito na Irlanda e no Reino Unido. Os Estados Unidos aguardam a estreia, agendada para 29 de maio.</p>

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]]>
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    <title>Ana Cristina Pereira: &quot;Não se está jornalista; é-se jornalista!&quot;</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/05/15/ana_cristina_pereira_nao_se_esta_jornalista_ese_jornalista.html" />
    <published>2013-05-15T13:19:55Z</published>
    <updated>2013-05-16T16:07:38Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34292</id>
    <summary type="text">O jornalismo de sociedade esteve em discussão, esta segunda-feira, no pólo de Ciências da Comunicação da UP. Ana Cristina Pereira, jornalista do Público, foi a convidada de mais uma conferência de Jornalismo Especializado....</summary>
    <author>
      <name>Rui Teixeira</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
                        <category term="Destaques"/>
                    <category term="Media"/>
                    <category term="Terceiro"/>
        
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O jornalismo de sociedade esteve em discussão, esta segunda-feira, no pólo de Ciências da Comunicação da UP. Ana Cristina Pereira, jornalista do Público, foi a convidada de mais uma conferência de Jornalismo Especializado.</p>]]>
        <![CDATA[<p>"Vou tentar não ter um ataque cardíaco, não estou habituada a falar em público, sou mais de escrever, essa é a minha forma de expressão". Foi assim que Ana Cristina Pereira se apresentou à audiência, esta segunda-feira, em mais uma conferência de Jornalismo Especializado, no pólo de Ciências da Comunicação da UP. Um receio que contrasta com o à vontade e criatividade que coloca nas estórias das suas reportagens.</p>

<div class="textbox"><h2>O vício pelas estórias</h2>Ana Cristina Pereira é natural de São Vicente, Madeira, e estudou Comunicação Social na <a href="http://www.uminho.pt/">Universidade do Minho</a>. Jornalista no <a href="http://www.publico.pt/">Público</a> desde 1999, dedica-se especialmente ao jornalismo de sociedade, nas temáticas de exclusão social e direitos humanos, e ao internacional, sobretudo à realidade da América latina. É também cronista no <a href="http://www.dnoticias.pt/">Diário de Notícias - Madeira</a>. Viciada em estórias, Ana Cristina é autora de obras como "Meninos de Ninguém" (2009) e "Viagens Brancas" (2011). <a href="http://meninosdeninguem.wordpress.com/">"Nas Traseiras"</a> é o blogue que atualiza com alguma regularidade.</div>

<p>"Normalmente, quando tenho de falar em público, fico assim acanhada, mas depois isto passa. Portanto, não entrem em choque, não se levantem, não fujam imediatamente, porque eu prometo que isto é capaz de melhorar um bocadinho", brincou. </p>

<p>Ainda meio embaraçada, Ana Cristina começou por contar a sua primeira grande lição no ramo jornalístico. Era estagiária e trocou o nome de uma freguesia de um acontecimento pela freguesia que a Lusa tinha mencionado - mas quem estava certa era ela. "Esta é a nódoa negra do meu estágio". Aos estudantes de jornalismo deixou o conselho de, em caso de dúvidas, "confirmar sempre" e confiar em si próprios.</p>

<h3>"O jornalismo tem a obrigação de se despir de preconceitos..."</h3>

<p>A jornalista do Público acompanha bem de perto as estórias, e mantém um contacto direto com as suas fontes. Esse contacto passa pelas ligações regulares ao terreno, por cafés com as suas fontes e visitas aos locais dos acontecimentos, mas, principalmente, pelo acompanhamento constante dos envolvidos nos casos. </p>

<p>Em jeito de exemplo, contou que passou duas semanas com uma família que tinha passado por uma situação delicada: a filha tinha sido sequestrada em Caracas. Ana Cristina Pereira acompanhou o terror e o medo vivido por essas pessoas, depois de o sequestro ter ocorrido. O objetivo foi perceber como é que a família inteira viveu aquela situação e como é que aprendeu a viver depois dela.</p>

<p>"Fundamental para mim, em termos de trabalho de terreno, é o respeito pela dor dos outros". Os jornalistas devem contar as suas estórias tentando evitar perturbar o sofrimento das pessoas envolvidas. "Não falar com a mãe que tem o filho morto, mas falar com a tia ou um primo, alguém próximo".</p>

<p>Ana Cristina defende ainda que "o jornalismo tem a obrigação de se despir de preconceitos, de se despir de julgamentos e de ir ao encontro do outro, de o tentar perceber na sua essência", e de o relatar ao leitor. "Há muito jornalistas, sobretudo os de televisão, que são muito donos de si mesmos e acho que nós devemos ter uma atitude mais respeitosa e menos intrusiva", afirmou.</p>

<h3>Contar uma estória a partir de uma história</h3>

<p>Na opinião da jornalista, é fundamental que o jornalista tenha uma boa história e a caracterize de forma a conseguir a atenção dos leitores. "É da responsabilidade do jornalista agarrar os leitores e fazer com que se interessem por aquela história", explicou.</p>

<p>Para contar uma boa história, é necessário "entrar" na realidade das personagens, de forma a atestar a veracidade dos acontecimentos. Contudo, o trabalho de Ana Cristina Pereira não passa apenas por constatar factos e escrever sobre eles. A jornalista relata o que aconteceu de uma forma narrativa e literária, de forma a "passar uma mensagem". Na sua opinião, "se uma pessoa escreve para o seu umbigo, o objetivo não é cumprido".</p>

<p>Para finalizar a conferência, a repórter do Público alertou para o facto de um jornalista não ter férias, folgas e fins-de-semana, e contou que, curiosamente, os seus melhores textos apareceram em dias de descanso. "Não se está jornalista, é-se jornalista", concluiu.</p>

<center><i>Notícia atualizada às 16h05 de 16 de maio de 2013</i></center>]]>
    </content>
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    <title>Há um número de emergência que só consegue ser visto por crianças</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/05/08/ha_um_numero_de_emergencia_que_so_consegue_ser_visto_por_criancas.html" />
    <published>2013-05-08T18:03:26Z</published>
    <updated>2013-05-08T18:05:49Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34226</id>
    <summary type="text">Um outdoor espanhol colocado numa paragem de autocarros. Nele, duas mensagens. Uma só visível para adultos, outra só visível para crianças. Para estas, é mostrado um número de emergência, caso sejam vítimas de agressões....</summary>
    <author>
      <name>Joana Roxo</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Um <i>outdoor</i> espanhol colocado numa paragem de autocarros. Nele, duas mensagens. Uma só visível para adultos, outra só visível para crianças. Para estas, é mostrado um número de emergência, caso sejam vítimas de agressões.</p>]]>
        <![CDATA[<p>A fundação espanhola ANAR (Ayuda a Niños y Adolescentes en Riesgo) desenvolveu um <i>outdoor</i> que contém duas mensagens num único cartaz: uma visível apenas por crianças e outra por adultos. As imagens diferem dependendo do ângulo de quem as olha, através de um processo chamado impressão lenticular. O cartaz pressupõe que as crianças até 10 anos tenham uma altura média de 1,35 metros e os adultos de 1,75 metros. </p>

<p>Por estas duas perspetivas, um adulto, quando olha para o <i>outdoor</i>, vê apenas um rapaz com o <i>slogan</i> "Às vezes os maus tratos infantis só são visíveis para a criança que os sofre". </p>

<p>No caso de se tratar de uma criança a observar, o anúncio difere. O rosto do rapaz que aparecia no <i>outdoor</i> surge, agora, ferido, e torna-se visível um número de emergência, com a seguinte frase: "Se alguém te magoar, liga-nos e vamos ajudar-te".</p>

<p>O anúncio foi posto, em abril, numa paragem de autocarro. A fundação <a href="http://www.anar.org/">ANAR</a> tem por objetivo "que a voz de todas as crianças e adolescentes seja ouvida", ao "chegar onde estão os jovens através de meios tecnológicos atuais".</p>

<center><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/up5o4y9CAtU?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center>]]>
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    <title>Internet: Cerca de 50 canais passam a ser pagos no Youtube</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/05/07/internet_cerca_de_50_canais_passam_a_ser_pagos_no_youtube.html" />
    <published>2013-05-07T11:12:21Z</published>
    <updated>2013-05-07T11:14:39Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34210</id>
    <summary type="text">Quer ganhar dinheiro? O YouTube ajuda-o
Música: Spotify já está disponível em Portugal</summary>
    <author>
      <name>Fábio Silva</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>São cerca de 50 os canais no Youtube cujos vídeos passam a ser disponibilizados por via de uma subscrição mensal. É uma mudança no modelo de negócios do site de partilha, com vista a ajudar os canais a alargar as fontes de receita.</p>]]>
        <![CDATA[<p>A hipótese já tinha sido colocada no início deste ano. Agora, parece que a ideia segue mesmo em frente: o Youtube passará a oferecer uma rede de canais pagos paralela aos vídeos gratuitos.</p>

<p>A notícia é avançada pelo Financial Times (FT), que refere que são cerca de 50 os canais onde vai entrar este novo modelo de negócio. Os canais a serem pagos são sobretudo canais de televisão, séries e filmes, o que permite à empresa disponibilizar - além de vídeos amadores - conteúdos profissionais e de maior qualidade. A lista dos conteúdos pagos poderá ser disponibilizada já esta semana.</p>

<p>Este modelo de subscrição mensal tem um custo mínimo de 1,99 dólares (cerca de 1,5 euros) por mês. Também ao FT, a Google - empresa detentora do Youtube desde 2006 - diz querer ajudar os canais a alargar as fontes de receita. No entanto, isto também dá ao Youtube e à Google uma nova fonte de rendimentos além dos tradicionais anúncios e do novo serviço pago, que ainda só estreou nos Estados Unidos: o <a href="http://www.youtube.com/t/movies">aluguer</a> de filmes.</p>

<p>Este modelo de subscrição não é uma novidade no mundo online. Já outros sites, como o <a href="https://signup.netflix.com/global">Netflix</a> - um dos mais populares do género mas ainda não disponível em Portugal - aplicam este tipo de pagamento à largos anos. Segundo o The Verge, o Youtube pretende mesmo fazer concorrência direta ao conhecido site de subscrição <i>on-demand</i>.</p>

<p>Também a música não é posta de parte pela empresa norte-americana, que também prepara um serviço de assinatura de música em parceria com a Warner Music. A plataforma deverá ser lançada em 2013 e funcionar de forma semelhante ao <a href="http://jpn.c2com.up.pt/2013/02/12/musica_spotify_ja_esta_disponivel_em_portugal.html">Spotify</a>.</p>]]>
    </content>
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    <title>Portugal subiu 5 valores na lista de países com maior liberdade de  imprensa</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/05/03/portugal_subiu_5_valores_na_lista_de_paises_com_maior_liberdade_de_imprensa.html" />
    <published>2013-05-03T18:59:12Z</published>
    <updated>2013-05-04T11:24:31Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34189</id>
    <summary type="text">http://jpn.c2com.up.pt/2013/04/26/estudo_indica_que_reporter_de_imprensa_e_a_pior_profissao_de_2013.html
</summary>
    <author>
      <name>Joana Roxo</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa assinala-se esta sexta-feira, 3 de maio. O JPN foi saber, junto de jornalistas, o que atualmente impede uma imprensa livre e independente, tendo em conta que Portugal está em 28.º lugar na lista de países com maior liberdade de  imprensa.</p>]]>
        <![CDATA[<p>A propósito de, esta sexta-feira, 3 de maio, se comemorar Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, foi divulgado o <a href="http://en.rsf.org/press-freedom-index-2013,1054.html">ranking</a> que revela que Portugal subiu cinco lugares na lista anual dos países com maior liberdade de imprensa. Atualmente, Portugal ocupa o 28.º lugar na lista, ultrapassando países como a Espanha, o Reino Unido ou os Estados Unidos.</p>

<p>O ranking de 179 países é encabeçado pela Finlândia, Holanda, Noruega e Luxemburgo. O JPN falou com Manuel Costa Leal e Carla Marques, jornalistas da Rádio Nova, e Rita Siza, jornalista do Público, que refletiram sobre a imprensa em Portugal.</p>

<p>Manuel Costa Leal diz que os grandes entraves à liberdade de imprensa são "a falta de verbas e a concentração de media". Juntamente com Carla Marques, faz parte de "uma rádio pequena, com poucos jornalistas", que "não sentem os constrangimentos". Ainda assim, o facto de a Rádio Nova pertencer a um "grande grupo económico" condiciona algumas <a href="http://jpn.c2com.up.pt/audio/audio/inibir_01.mp3" title="atitudes">atitudes</a> dos profissionais de comunicação.</p>

<p>Carla Marques <a href="http://jpn.c2com.up.pt/audio/audio/faltadinheiro_01.mp3" title="diz"> diz</a> que "a falta de dinheiro faz com que os jornalistas vivam das agências". A concentração dos media é outro condicionamento, de acordo com a jornalista, que dá, a título de exemplo, "Manuela Moura Guedes, que veio a criticar e a denunciar determinadas situações, dizendo que o DN é o jornal amigo de Judite de Sousa, entre outras coisas". O poder também acaba por ser <a href="http://jpn.c2com.up.pt/audio/audio/jornalismodatreta_01.mp3" title="condicionante">condicionante</a>, segundo Carla Marques.</p>

<p>Rita Siza, do Público, diz que "não existem entraves à liberdade de imprensa no sentido dos regimes de ditadura. Existem condicionantes, sobretudo económicas". A concentração de grupos económicos dificulta "a pluralidade de vozes, essencial no jornalista". Os três jornalistas são unânimes em declarar que a subida de cinco lugares de Portugal no ranking da liberdade de imprensa não altera o quotidiano de uma redação. Para Carla Marques, "os estudos valem o que valem".</p>]]>
    </content>
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    <title>Concursos no YouTube podem ser moda perigosa</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/05/03/concursos_no_youtube_podem_ser_moda_perigosa.html" />
    <published>2013-05-03T09:15:53Z</published>
    <updated>2013-05-03T19:34:22Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34115</id>
    <summary type="text">Facebook: Quando as redes sociais se tornam um vício
</summary>
    <author>
      <name>Teresa Lencastre</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A partilha de vídeos caseiros no Youtube já não é de agora, mas uma nova tendência parece popularizar-se. Engolir canela ou aspirar um preservativo pelo nariz são dois exemplos dos desafios lançados na Internet, que, em certos casos, podem pôr em risco a saúde dos participantes.</p>]]>
        <![CDATA[<p>O Youtube é uma plataforma popular entre os utilizadores, que aí encontram um espaço de exposição viral. Entre os vídeos caseiros publicados, os "youtube challenges" parecem ser  populares. Mas alguns destes concursos podem pôr em risco a saúde dos participantes. </p>

<p>Num <a href="http://www.youtube.com/watch?v=OsBpxGLXIFg">vídeo</a>, três amigas "aspiram" um preservativo pelo nariz para depois o tirarem pela boca. "O meu está a sangrar", diz uma delas. Pouco depois, outra começa a vomitar. Este é só um dos milhares de vídeos publicados no Youtube, na sequência de um concurso chamado "Condom Challenge".</p>

<p>Neste desafio, os participantes devem inspirar o preservativo para depois o retirar pela boca, algo que pode trazer consequências, como uma sinusite grave ou uma obstrução pulmonar - e até mesmo podendo ainda ser fatal, caso o preservativo se encaminhe para os pulmões.</p>

<p>Mas o "<a href="http://www.youtube.com/results?search_query=condom challenge&oq=condom challenge&gs_l=youtube.3...29473.33961.0.34034.34.25.6.0.0.0.129.1872.21j4.25.0...0.0...1ac.1.11.youtube.GNj2Tlp_zb8">Condom Challenge</a>" é apenas mais um, de um leque variado de concursos. O "<a href="http://www.youtube.com/results?search_query=cinnamon+challenge&oq=cinnamon+&gs_l=youtube.3.0.0l10.17237.20323.0.21068.15.9.3.3.3.0.91.725.9.9.0...0.0...1ac.1.11.youtube.z7KRuMEQ_Uc">Cinnamon Challenge</a>" propõe, por sua vez, que os participantes ingiram uma colher de sopa de canela, sem água, e com um tempo limite de 60 segundos. No site, pode ler-se: "O <a href="http://www.cinnamonchallenge.com/">Cinnamon Challenge</a> pode ser perigoso e não deve ser encarado de ânimo leve. Vai queimar, vais tossir e lamentares teres tentado". Mais de 40 mil pessoas publicaram a experiência no YouTube. </p>

<p>O "<a href="http://www.youtube.com/results?search_query=The+Knife+Game+Song&oq=The+Knife+Game+Song&gs_l=youtube.3..0l10.214849.216009.0.216305.2.2.0.0.0.0.76.131.2.2.0...0.0...1ac.1.11.youtube.yLWMWdF5jHA">The Knife Game Song</a>", ou jogo musical das facas, convida os participantes a espetarem uma faca entre os dedos, ao ritmo de uma música cantada progressivamente mais rápido. A moda dos "YouTube Challenges" deu ainda origem a um site chamado "<a href="http://coed.com/2010/10/01/10-youtube-challenges-we-dare-you-to-take/">10 YouTube challenges we dare you to take</a>", onde são lançados outros desafios: comer uma cebola ou beber um garrafão de leite em 60 segundos.</p>

<h3>"Um sentimento muito forte de exibicionismo"</h3>

<p>Maria do Carmo Carvalho, docente na área da Psicologia, explica ao JPN que podem ser vários os fatores na base deste fenómeno, entre eles alguma "imaturidade" ou ainda a vontade de "pôr à prova certos limites" - "um processo que é frequentemente explicado como integrante do processo de construção da identidade" dos jovens. Pedro Barbosa, sociólogo e investigador científico, concorda, referindo ainda "um sentimento muito forte de exibicionismo" por parte dos adolescentes.</p>

<p>O facto de se tratar de uma prática amplamente disseminada na Internet potencia, por outro lado, que seja "replicada e tomada como dominante por via da sua forte mediatização", situação neste caso "particularmente gravosa", afirma Maria do Carmo. Pedro Barbosa também admite que este fenómeno é um reflexo negativo da relação dos jovens com as redes sociais, embora considere importante "desmistificar" esta questão - "Não podemos atribuir unicamente a culpa às redes sociais uma vez que elas se limitam, pura e simplesmente, a ser o palco de exibição destas ações. A natureza humana continua, e continuará sempre, a ser o factor decisivo", sublinha. </p>

<h3>Solução pode passar por uma "vigilância eficaz"</h3>

<p>"Para lidar com situações como esta, podemos apostar em pelo menos duas estratégias", explica a docente: por um lado, "enquanto utilizadores das redes sociais, contribuir para a denúncia de situações perigosas que as próprias redes sociais incentivam" e, por outro através de "estratégias de supervisão parental que previnam o mau uso" das redes sociais, conclui.</p>

<p>Pedro Barbosa considera difícil sensibilizar os jovens para o risco inerente a estas práticas. "Muitas vezes eles estão conscientes desses mesmos perigos mas continuam a incorrer neles", esclarece. A solução, diz ainda Pedro, pode passar por uma vigilância mais eficaz da parte dos "administradores das próprias redes, ao impedirem que seja feito o upload de vídeos com este cariz". "Se dificultarem ao máximo a divulgação destas práticas elas pura e simplesmente perderão grande parte da sua magia", conclui.</p>]]>
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    <title>Quer ganhar dinheiro? O YouTube ajuda-o</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/05/02/quer_ganhar_dinheiro_o_youtube_ajudao.html" />
    <published>2013-05-02T12:13:05Z</published>
    <updated>2013-05-02T12:15:57Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34143</id>
    <summary type="text">Se, até agora, os &quot;youtubers&quot; nacionais recorriam a um método que &quot;enganava&quot; o sistema porque o AdSense não estava disponível para todos, a partir de agora, isso não acontece mais....</summary>
    <author>
      <name>Joana Lopes Mendes</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Se, até agora, os "youtubers" nacionais recorriam a um método que "enganava" o sistema porque o AdSense não estava disponível para todos, a partir de agora, isso não acontece mais. </p>]]>
        <![CDATA[<p>Disponível agora em Portugal, o AdSense permite que todos os portugueses que tenham conta no <a href="http://www.youtube.com/">YouTube</a> possam inserir anúncios nos vídeos que carregam para a plataforma online. </p>

<p>"Não vou clicar nos anúncios Google dos quais me estou a servir" e "não vou comercializar conteúdos sobre os quais não tenha direitos de autor suficientes" são termos de acordo que têm de ser selecionados para que se possa ganhar dinheiro com os anúncios, para além da obrigatoriedade de registo na plataforma YouTube. </p>

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<p>Todos os conteúdos publicados pelos utilizadores serão analisados pela Google antes de serem inseridas as publicidades nos vídeos, escolhendo assim o que consideram elegíveis para publicar. Cabe ao utilizador escolher os vídeos que quer rentabilizar, mas o principal requisito é garantir um grande número de visualizações.  </p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Alfredo Maia: &quot;O ambiente como área não é só complexo, é muito diversificado&quot;</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/05/02/alfredo_maia_o_ambiente_como_area_nao_e_so_complexo_e_muito_diversificado.html" />
    <published>2013-05-02T11:11:10Z</published>
    <updated>2013-05-02T13:21:06Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34170</id>
    <summary type="text">Jornalismo Especializado: João Ricardo Pateiro vai falar sobre desporto e relato, a 2 de abril

Jornalismo Especializado: David Pontes vai falar de jornalismo local

Jornalismo Especializado: Economia ocupou a primeira conferência

Daniel Catalão: &quot;O jornalista especializado deve desmontar a terminologia técnica&quot;

João Ricardo Pateiro: &quot;O relato de futebol é o género jornalístico mais díficil&quot;</summary>
    <author>
      <name>Eduardo Aranha</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Alfredo Maia esteve no pólo de Ciências da Comunicação da Universidade do Porto para falar de jornalismo especializado em ambiente. O jornalista do "Jornal de Notícias" realçou ainda que o espaço é o atual inimigo do jornalismo.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Reunir uma agenda de contactos diversificada foi o primeiro conselho que Alfredo Maia deu à audiência. "Hoje os leitores, ouvintes e espectadores são sem dúvida mais exigentes que no passado", afirmou. Na opinião de Alfredo Maia, é através de uma agenda ampla que um jornalista consegue mostrar os vários lados do mesmo assunto aos seus leitores. "Só assim forma opinião", acrescenta.</p>

<div class="textbox"><h2>Perfil</h2>Alfredo Maia é jornalista há 32 anos e começou a dedicar-se ao tema "Ambiente" quando esta era ainda uma "área muito verde". Depois de passar pelo "Primeiro de Janeiro", Alfredo Maia começou a trabalhar para o "Jornal de Notícias", em 1988, onde ainda se mantém. Trabalha para a editoria de Sociedade - que engloba a área Ambiente - e é ainda dirigente do Sindicato de Jornalistas.</div>

<p>O jornalista e dirigente sindical, que veio falar de jornalismo especializado em ambiente - tema a que se dedicou durante a sua carreira -, esteve presente no pólo de Ciências da Comunicação da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (<a href="http://sigarra.up.pt/flup/pt/web_page.inicial">FLUP</a>), no âmbito do ciclo de seminários em Jornalismo Especializado.</p>

<p>Verificar as informações transmitidas pelas fontes é o segundo conselho: "A área do ambiente trabalha muito com as emoções, talvez mais que o futebol", disse o jornalista. Para exemplificar, falou do caso da central nuclear espanhola, em Almaraz, perto da fronteira portuguesa: A Quercus denunciou que a central estava a enterrar resíduos nocivos para a Península Ibérica. Alfredo Maia foi verificar a informação divulgada e acabou por perceber que Portugal era responsável por uma maior exploração das minas de urânio e que executava o processo com menos cuidados e condições do que Espanha.</p>

<h3>"Os cientistas criticam muitas vezes os jornalistas"</h3>

<div class="textbox"><h2>O valor da história</h2>Alfredo Maia diz ainda que "é importante que a história venda". O jornalista admite que este fator pesa também na produção noticiosa e na definição da agenda. "Se quiser fazer uma notícia sobre o recenseamento de aves, tenho de inventar uma carga de drama", explica.</div>

<p>"O ambiente como área não é só complexo, é muito diversificado", afirma. Dentro da área, existe uma diversidade de subtemas, e, perante esta situação, Alfredo Maia diz que é importante que os jornalistas dominem o assunto: "Só podemos explicar aos leitores aquilo que nós mesmos compreendemos", diz. O jornalista deve procurar informação e documentar-se, falar com investigadores e especialistas que desconstruam o assunto. Em último caso, embora não seja prática comum, o jornalista pode mesmo submeter o seu trabalho a revisão científica.</p>

<p>Mas há outros obstáculos que se impõem. "Não há espaço e esse é o inimigo do jornalismo geral e do especializado", disse ainda. A falta de espaço, segundo o jornalista, põe em causa não só o jornalismo, mas também a sua qualidade. "Os cientistas criticam muitas vezes os jornalistas por escreverem com muita celeridade e leveza", afirma, revelando que muitas fontes ficam "frustradas" depois de lerem as notícias. "Tenho trabalhos de páginas para publicar desde novembro", confessou.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Estrela Serrano: &quot;É importante persuadir sem enganar&quot;</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/04/30/estrela_serrano_e_importante_persuadir_sem_enganar.html" />
    <published>2013-04-30T16:55:44Z</published>
    <updated>2013-05-01T12:22:31Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34159</id>
    <summary type="text">João Tocha: &quot;Estou-me a borrifar para as notícias dos jornais&quot;

Sandra Sá Couto: &quot;Os jornalistas amedrontam-se muito&quot;</summary>
    <author>
      <name>Tiago Leão</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A relação entre jornalistas e políticos foi o tema em discussão na conferência, realizada por Estrela Serrano, esta segunda-feira, no pólo de Ciências da Comunicação da Universidade do Porto.</p>]]>
        <![CDATA[<p>"A teoria avança através da <a href="http://jpn.c2com.up.pt/imagens/up/mp31.mp3" title="prática">prática</a>", começou por afirmar Estrela Serrano na palestra realizada no âmbito do <a href="http://jpn.c2com.up.pt/documentos/pdf/Semin%E1rio%20de%20Comunica%E7%E3o%20Pol%EDtica_abril2013cp2.pdf">Seminário de Comunicação Política</a> do Mestrado em Ciências da Comunicação (<a href="http://sigarra.up.pt/flup/pt/cur_geral.cur_view?pv_curso_id=480">MECC</a>) da Universidade do Porto (<a href="http://sigarra.up.pt/up/pt/web_page.inicial">UP</a>). </p>

<div class="textbox"><h2>Estrela Serrano</h2>Estrela Serrano trabalhou como jornalista na RTP, durante a administração de João Soares Louro. Apesar de ser especialista em jornalismo televisivo, o seu trabalho passou pela rádio: exerceu funções de sub-diretora do então Canal 2 e diretora da Antena 1. Além do trabalho como jornalista, professora e assessora de Mário Soares, Estrela Serrano é também autora das obras “As Presidências Abertas de Mário Soares (2011), “Para Compreender o Jornalismo (2006) e “Jornalismo Político em Portugal (2006). Entre 1990 e 2006, foi membro do Centro de Investigação Media e Jornalismo e é co-diretora da revista académica com o mesmo nome.</div>

<p>Importantes no processo de construção noticiosa, as fontes merecem, de acordo com a antiga assessora de Mário Soares, alguma senbilidade no tratamento: "Todo o processo de noticiar é um processo de negociação entre fontes e jornalistas", que Estrela Serrano descreve como "contínuo e em permanente construção."</p>

<p>No processo de influência daquilo que é noticiado, "o <a href="http://jpn.c2com.up.pt/audio/audio/mp37.mp3" title="poder económico">poder económico</a> tem mais poder do que o poder político”, adianta a oradora. Ainda assim, Estrela Serrano afirma que é o ele que "regula o sistema diário, diz quantos canais de televisão há - as macrodecisões dependem do poder político”.</p>

<h3><i>Infotainment</i>, Política e Jornalismo</h3>

<p>A proximidade entre o <a href="http://jpn.c2com.up.pt/imagens/up/jornalismoepolitica.jpg" title="jornalismo e política">jornalismo e política</a> é, para Estrela Serrano, uma questão premente. "Quem é que controla quem? O poder político controla os jornalistas ou os jornalistas é que controlam o poder político", questionou.</p>

<p>Quanto à relação entre jornalistas e políticos, Serrano questiona "de onde vem a legitimidade dos jornalistas para criticar os políticos?". Segundo a conferencista, "a legitimidade dos políticos vem do voto, e a dos jornalistas vem do seu código deontológico". A importância da deontologia foi realçada: "O código que diferencia jornalistas de bloggers e usuários de redes sociais".</p>

<p>A investigadora salienta, ainda, a importância do <i>infotainment</i>, conceito que mistura informação com entretenimento. "É cada vez mais difícil distinguir as lógicas de comunicação das lógicas de informação. Há lógicas em cada um dos campos, embora estejam muito baralhadas". Através do aparecimento em programas deste <a href="http://jpn.c2com.up.pt/audio/audio/mp32.mp3" title="género">género</a>, os políticos podem contactar com pessoas que habitualmente não estão em <a href="http://jpn.c2com.up.pt/audio/audio/mp35.mp3" title="contacto">contacto</a> com a política. </p>

<h3> A relação jornalista-assessor</h3>

<p>Para Estrela Serrano, o assessor deve "saber <a href="http://jpn.c2com.up.pt/audio/audio/mp38.mp3" title="tudo">tudo</a> sobre os jornalistas: como funcionam, quem são ou como funciona uma redação". Negociar e persuadir são os <a href="http://jpn.c2com.up.pt/audio/audio/mp34.mp3" title="objetivos">objetivos</a>. No processo, salienta a importância dos intermediários - assessores ou agências de comunicação. </p>

<p>No momento de contacto com os órgãos de comunicação, a conferencista destaca a importância de <a href="http://jpn.c2com.up.pt/audio/audio/mp33.mp3" title="nunca">nunca</a> mentir. "É importante saber dizer "eu não sei" ou "eu não posso falar ainda"", disse, salientanto a necessidade de transparência.</p>

<p>As novas tecnologias foram um tema abordado, pois para a estudiosa, "os políticos usam as redes sociais, não para interagirem, mas para passarem as suas mensagens, tal como usam os jornais ou outros media".<br />
</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Jornalistas da RTP reuniram-se hoje para debater a fusão da redação com a RDP</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/04/30/jornalistas_da_rtp_reuniramse_hoje_para_debater_a_fusao_da_redacao_com_a_rdp.html" />
    <published>2013-04-30T12:38:16Z</published>
    <updated>2013-04-30T13:27:22Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34155</id>
    <summary type="text">2013 traz a RTP2 para o Porto, com &quot;novo conceito&quot;

RTP perde diretor de Informação e fundos estatais

Media: Administração da RTP rompe relações com a Comissão de Trabalhadores

RTP: 56 anos de televisão pública em Portugal

RTP 2 chega ao Porto ainda este mês</summary>
    <author>
      <name>Eduardo Aranha</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>O conselho de redação RTP reuniu-se hoje, 30 de abril, para discutir a fusão da redação da RTP com a redação da RDP. No mesmo plenário, também foi discutida a avaliação dos jornalistas. </p>]]>
        <![CDATA[<p>Depois da administração da RTP ter dado ordem de fusão das redações da rádio e da televisão públicas, os jornalistas do canal televisivo reuniram-se hoje para discutir o assunto. A lei estipula que os jornalistas se podem opor à ordem da administração até à próxima sexta-feira.</p>

<p>A relação entre a administração e o Conselho de Trabalhadores (CT) da RTP foi <a href="http://jpn.c2com.up.pt/2013/04/11/media_administracao_da_rtp_rompe_relacoes_com_a_comissao_de_trabalhadores.html">quebrada</a> no início deste mês. A CT criticou o Plano de Desenvolvimento e Redimensionamento do Conselho de Administração, presidido por Alberto Pontes, que prevê uma redução do número de efetivos da RTP.</p>

<div class="textbox"><h2>Rescisões de contrato amigáveis</h2>As duas redações temem que a fusão resulte na redução de efetivos. Atualmente, a RTP tem ao serviço 200 jornalistas enquanto a RDP emprega 110 jornalistas. Depois da apresentação do plano de reestruturação da empresa, o presidente da RTP já avisou que teria de cortar os custos com o pessoal em quase um terço. Os cerca de 200 trabalhadores que aceitaram rescindir amigavelmente o seu contrato não são suficientes para atingir os objetivos da empresa.</div>

<p>A RDP (Radiodifusão Portuguesa) convocou um referendo para dia 8 de maio. Nesse referendo, os cerca de 110 jornalistas da rádio pública - dos quais 60 integram a redação de Lisboa - vão votar para perceber se a maioria considera que a fusão prejudica a prestação profissional enquanto jornalistas do serviço público. O mesmo referendo vai contemplar se a fusão ameaça a autonomia editorial da rádio e se a diversidade informativa vai sofrer reduções, tanto na produção televisiva como radiofónica.</p>

<p>Na reunião que aconteceu hoje, na RTP, o processo de avaliação de cada jornalista também esteve em discussão. A avaliação de jornalistas - a decorrer desde a semana passada e que se prolongará ate dia 12 - é vigiada pela direcção financeira e pela consultora Accenture, com a qual a administração espera contabilizar o tempo e o custo de cada conteúdo informativo, emitido em todos os seus canais.</p>

<p>Em resposta à fusão das redações, o Sindicato dos Jornalistas declarou que esta fusão é uma estratégia para o despedimento maciço de jornalistas e explica que tal medida constitui uma ameaça à diversidade e pluralismo do jornalismo.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Novas formas de consumo: &quot;Os jovens estão a fugir da televisão&quot;</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/04/30/novas_formas_de_consumo_os_jovens_estao_a_fugir_da_televisao.html" />
    <published>2013-04-30T11:49:43Z</published>
    <updated>2013-04-30T17:51:14Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34139</id>
    <summary type="text">Novas plataformas e formas de consumo conduziram à alteração do consumo televisivo por parte dos jovens. Internet e serviços que permitem rever programas servem como substituto à televisão tradicional....</summary>
    <author>
      <name>Tiago Leão</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Novas plataformas e formas de consumo conduziram à alteração do consumo televisivo por parte dos jovens. Internet e serviços que permitem rever programas servem como substituto à televisão tradicional.</p>]]>
        <![CDATA[<p>"A nossa ideia tradicional daquilo que é consumo televisivo - em que alguém programa um canal e nós assistimos, no tempo em que as coisas estão a acontecer - está a baixar", afirma Luís Santos, professor da Universidade do Minho (<a href="http://www.uminho.pt/">UM</a>) e investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da mesma instituição. </p>

<div class="textbox"><h2>Entretenimento vs. Informação</h2>"Os jovens até uma determinada idade, sobretudo até entrarem no mercado de trabalho, consomem menos informação do que as gerações mais velhas", afirma Luís Santos. Por sua vez, Maria José Brites, investigadora do Centro de Investigação Media e Jornalismo (<a href="http://www.cimj.org/">CIMJ</a>), refere que "não são só os jovens que procuram conteúdos de entretenimento, também os adultos". "Nós não vivemos todos os dias e todas as horas colados às notícias", afirma.<br> O consumo televisivo está ainda condicionado pela idade: "Os padrões de consumo têm a ver com momentos específicos da vida das pessoas". De acordo com o professor da UM, o consumo de informação torna-se mais acentuado quando os jovens "precisam de ter acesso a informação para a sua profissão, ou, no mínimo, para conversar com os colegas de trabalho".</div>

<p>"É óbvio que há novas formas de consumo", refere o investigador, salientando as mudanças introduzidas pela Internet e as novas "plataformas de acesso a conteúdos via cabo, fibra ou através de uma box" que permitem "ver sete dias para trás ou gravar programas". </p>

<p>Luís Santos fala de um consumo "em diferido": "A Internet faz com que as pessoas passem a ver programas televisivos no ecrã do computador", diz. Também as novas formas de consumo na televisão apresentam um caráter importante já que permitem tornar o consumo "mais apropriado ao estilo de vida de cada um e menos próximo das lógicas de programação dos canais generalistas".</p>

<p>"Na nossa sociedade falamos em três ecrãs: televisão, computador e telemóvel", refere Jorge Marinho, docente de Ciências da Comunicação da Universidade do Porto (<a href="http://sigarra.up.pt/up/pt/web_page.inicial">UP</a>), acrescentado que "no contexto da atual paisagem mediática, o público pode estar disperso por vários meios de comunicação".  </p>

<p>A quebra no consumo televisivo é geral, mas nos jovens é "mais acentuada", salienta Luís Santos. Nas gerações mais velhas é menor porque são pessoas com outro tipo de hábitos: "É difícil alterar comportamentos". A tendência verifica-se noutros mercados, como o "norte-americano e o inglês".</p>

<h3>"Há contextos diversos de consumo e de utilização"</h3>

<p>Maria José Brites considera que "a televisão continua a ser um media preponderante no consumo de informação. A Internet, do ponto de vista económico, educativo e cultural, não está acessível a todos os jovens". </p>

<p>"Criou-se a ideia de que se vive numa sociedade digital, e isso não é totalmente verdade", sublinha. As pessoas "olham apenas para os contextos sociais nos quais se relacionam, e com pais cujos filhos também só consomem Internet". A investigadora afirma que assim, "perde-se o olhar sobre aqueles que não têm capacidade económica para terem Internet banda larga".</p>

<p>Embora os seus estudos não se debrucem especificamente sobre o tema, a investigadora considera que "a televisão continua a ser um media muito importante, não só para os jovens mas também para os seus pais".</p>

<h3>Serviço Digital Terrestre: Uma oportunidade perdida</h3>

<p>Luís Santos afirma a "passagem do sistema de difusão para o serviço digital terrestre" como uma oportunidade "perdida" que fez com que as "pessoas tivessem de pagar mais pelo mesmo serviço". "Basta olhar para Espanha, onde o que existe em canal aberto é uma oferta de mais de 40 canais", salienta.</p>

<p>"Em Portugal, é preciso pagar para ter alguma variedade na oferta televisiva", afirma. Face aos interesses económicos, o investigador diz que "os canais generalistas sentem-se forçados a orientar a sua programação para o maior grupo. E, os jovens não são o grupo predominante dos seus telespectadores", conclui.<br />
</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Estudo indica que repórter de imprensa é a pior profissão de 2013</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/04/26/estudo_indica_que_reporter_de_imprensa_e_a_pior_profissao_de_2013.html" />
    <published>2013-04-26T19:05:12Z</published>
    <updated>2013-04-27T11:28:22Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34121</id>
    <summary type="text">Ser repórter de imprensa é a pior profissão de 2013. A lista foi avançada pelo CareerCast.com, que analisou e listou 200 profissões nos EUA. Melhor estão os atuários, engenheiros biomédicos ou de software, cujas profissões foram consideradas as mais promissoras....</summary>
    <author>
      <name>Rui Teixeira</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Ser repórter de imprensa é a pior profissão de 2013. A lista foi avançada pelo CareerCast.com, que analisou e listou 200 profissões nos EUA. Melhor estão os atuários, engenheiros biomédicos ou de software, cujas profissões foram consideradas as mais promissoras.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Foi com base em fatores como o ambiente de trabalho, o salário, o stress, a exigência física ou a hipótese de contratação, que o site <a href="http://www.careercast.com/">CareerCast</a> considerou o repórter de imprensa como a pior profissão de 2013 nos Estados Unidos, e aquela para a qual as perspetivas futuras são as piores. No entanto, também os lenhadores, militares ou atores foram classificados como tendo as piores profissões.</p>

<div class="textbox"><h2>Os lugares do <i>ranking</i></h2><b>As piores profissões:</b>
<br>1. Repórter de imprensa; 2. Lenhador; 3. Militar; 4. Ator; 5. Operário plataforma petrolífera; 7. Técnico de leitura de contadores; 8. Carteiro; 9. Construtor de telhados; 10. Assistente de bordo. <br>
<b>As melhores profissões:</b>
<br>1. Atuário; 2. Engenheiro biomédico; 3. Engenheiro de software; 4. Técnico de audiologia; 5. Consultor financeiro; 6. Higienista oral; 7. Terapeuta ocupacional; 8. Optometrista; 9. Fisioterapeuta; 10. Analista de sistema informático.
</div>

<p>"O trabalho de repórter de imprensa perdeu o seu brilho nos últimos cinco anos e deverá estar extinto até 2020. O modelo de jornalismo impresso não é sustentável", disse ao CareerCast Paul Gillin, antigo jornalista, especialista em media e fundador do site <a href="http://newspaperdeathwatch.com/">NewspaperDeathWatch</a>.</p>

<p>No texto de apresentação do estudo, os autores norte-americanos referiram que os "resultados são mais do que simples curiosidades". "Ao contrário de muitas outras facetas da vida, os empregos são escolhas que fazemos, e onde podemos ficar ou não. Portanto, uma profissão pode dizer muito sobre a qualidade das nossas vidas", afirmaram.</p>

<p>Para quem quer um dia ingressar no mundo da imprensa, o melhor talvez seja mudar de ideias. Ser atuário, engenheiro biomédico, engenheiro de software ou até higienista oral, são os empregos promissores do futuro.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Bloomberg oferece estágios de verão em Londres</title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/04/26/bloomberg_oferece_estagios_de_verao_em_londres.html" />
    <published>2013-04-26T12:54:29Z</published>
    <updated>2013-04-26T19:06:58Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34107</id>
    <summary type="text">A agência Bloomberg abriu vagas para estágios de verão nas suas instalações em Londres, no Reino Unido. As candidaturas já estão a decorrer e destinam-se a jovens universitários com boas capacidades comunicativas....</summary>
    <author>
      <name>Rosa Clemente</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>A agência Bloomberg abriu vagas para estágios de verão nas suas instalações em Londres, no Reino Unido. As candidaturas já estão a decorrer e destinam-se a jovens universitários com boas capacidades comunicativas. </p>]]>
        <![CDATA[<p>Um dos maiores provedores mundiais de informação para os mercados financeiros, a agência <a href="http://www.bloomberg.com/">Bloomberg</a>, oferece lugares para estágios de verão, em Londres, no seio da sua equipa técnica. O público-alvo é, sobretudo, jovens universitários que tenham uma excelente capacidade de comunicação, tanto a nível da escrita como verbal.</p>

<p>Os jovens selecionados terão a oportunidade de se inserir no ambiente acelerado da agência, desempenhando múltiplas tarefas como membro da equipa técnica da empresa. Os universitários, cuja candidatura for aceite, serão treinados no local para as funções que terão que desempenhar durante o verão. </p>

<p>Neste sentido, a empresa exige que os candidatos falem fluentemente o inglês, assim como outro idioma de entre os seguintes: francês, italiano, espanhol, português, alemão, russo, japonês, mandarim e chinês.</p>

<p>O espírito de equipa, mas também a autonomia para realizar tarefas individualmente, são critérios exigidos pela Bloomberg. A oferta de estágio em questão, requer, ainda, capacidade para manter a calma e paciência em situações de pressão, assim como habilidade para resolver problemas de forma rápida e eficaz.</p>

<p>As <a href="http://jobs.bloomberg.com/talentcommunity/apply/2400582/?#tracked">candidaturas</a> podem ser efetuadas através da página oficial de recrutamento da agência Bloomberg. Os estágios de verão vão ter a duração de dez semanas e têm início marcado para julho de 2013.</p>]]>
    </content>
  </entry>
  <entry>
    <title>Vídeo viral da Dove é de um português </title>
    <link href="http://jpn.icicom.up.pt/2013/04/24/video_viral_da_dove_e_de_um_portugues_.html" />
    <published>2013-04-24T20:00:39Z</published>
    <updated>2013-04-25T10:37:53Z</updated>
    <id>tag:jpn.c2com.up.pt,2013:16.34097</id>
    <summary type="text">Hugo Veiga trabalha no Brasil como redator e foi um dos autores de um dos vídeos publicitários mais vistos do momento. A campanha da Dove, &quot;Real Beauty Sketches&quot;, lançada este mês, conta já com mais de 20 milhões de visualizações....</summary>
    <author>
      <name>Carlos Fernandes</name>
      <email>jpn@icicom.up.pt</email>
    </author>
    
    <content type="html">
        <![CDATA[<p>Hugo Veiga trabalha no Brasil como redator e foi um dos autores de um dos vídeos publicitários mais vistos do momento. A campanha da Dove, "Real Beauty Sketches", lançada este mês, conta já com mais de 20 milhões de visualizações.</p>]]>
        <![CDATA[<p>Hugo Veiga, natural do Porto, trabalha para a <a href="http://www.ogilvy.pt/">Ogilvy</a>, no Brasil, desde 2009, como redator (<i>copywriter</i>). Em conjunto com o diretor de arte da empresa, criou um vídeo para a marca <a href="http://www.dove.pt/pt/">Dove</a>, intitulado "Real Beauty Sketches", que se tornou viral e e conta já com mais de 20 milhões de visualizações. </p>

<p>O vídeo da <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XpaOjMXyJGk&list=PL0BRaXBPJ6iZMJoRM9TFRc2Mq4d0KmKqZ">campanha</a> mostra várias mulheres a serem desenhadas por um ilustrador forense do FBI, Gil Zamora, especialista em desenhar retratos de criminosos. Desta vez, a sua função foi diferente e participou na campanha da Dove, da qual o criativo do Porto é responsável.</p>

<p>Numa primeira fase, o ilustrador, baseando-se nas descrições que as intervenientes fazem de si próprias, desenha os seus rostos. Num segundo momento, Gil Zamora volta a desenhar as mesmas mulheres, mas com base nas descrições de outras pessoas. Os resultados mostram rostos mais mais bonitos do que os anteriores.</p>

<p>O trabalho veio comprovar aquilo que um psicólogo falou aos autores do vídeo, quando lhes disse que as mulheres descrevem-se de uma forma mais negativa do que os estranhos as descrevem. A campanha é uma forte candidata aos prémios de Cannes.</p>

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